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Áreas de atendimento

Transtornos alimentares

A relação com a comida e com o corpo quando ela passa a ocupar a maior parte dos seus pensamentos. Não é falta de disciplina, e não se resolve com mais controle.

O que costuma aparecer

Não é preciso ter diagnóstico fechado para procurar. Se a comida virou assunto o tempo todo na sua cabeça, já é motivo para conversar.

  • Pensar em comida, peso ou corpo quase o dia inteiro
  • Regras rígidas sobre o que pode e o que não pode comer
  • Episódios de comer muito, com sensação de perda de controle
  • Culpa e vergonha depois de comer
  • Comportamentos para compensar o que comeu
  • Evitar comer na frente de outras pessoas
  • Pesar-se várias vezes ao dia, ou evitar a balança a todo custo
  • Checar o corpo no espelho repetidamente
  • Deixar de sair para não lidar com comida
  • Exercício físico como obrigação, mesmo doente ou machucado

Esse cuidado não é feito por uma pessoa só

Transtorno alimentar mexe ao mesmo tempo com o psicológico, com o nutricional e com a saúde física. O tratamento com melhor resultado é o que junta essas frentes.

O que a psicologia faz aqui

  • Entender o que o sintoma está resolvendo
  • Trabalhar a relação com o corpo e com a autoimagem
  • Lidar com culpa, vergonha e perfeccionismo
  • Incluir a família, quando faz sentido

O que fica com outros profissionais

  • Conduta nutricional e plano alimentar, com nutricionista
  • Avaliação clínica e exames, com médico
  • Medicação, quando indicada, com psiquiatra

Se você ainda não tem esses profissionais, a gente orienta sobre como montar esse acompanhamento.

Como é o acompanhamento

O foco da terapia não é o prato nem o número da balança. É o que está por trás da relação que se criou com eles.

01

Entender a história

Quando começou, o que estava acontecendo na sua vida na época e o que esse comportamento passou a resolver.

02

Afrouxar o controle

Trabalhar as regras rígidas, a autocrítica e a ideia de que valor pessoal se mede em corpo.

03

Reconstruir a vida em volta

Recuperar o que a preocupação com comida foi tomando: convívio, prazer, tempo e atenção para outras coisas.

Convênios e parcerias

A Apsi atende pessoas vinculadas a estas instituições. Em alguns casos você recebe nota ou recibo para pedir reembolso, em outros o atendimento já é feito pela parceria.

SPPAssociação dos Servidores PúblicosPolícia SescSenacComércio

Dúvidas frequentes

Preciso ter diagnóstico para marcar?

Não. Muita gente chega sem diagnóstico e sem saber nomear o que acontece. A primeira conversa serve exatamente para entender o quadro e indicar que acompanhamento faz sentido.

Minha filha não acha que tem problema. O que eu faço?

É muito comum, porque o comportamento costuma dar uma sensação de controle que a pessoa não quer perder. Os pais podem ser atendidos primeiro, para entender o quadro e mudar o jeito de abordar o assunto em casa, que muitas vezes está piorando sem querer.

Vocês passam dieta?

Não, e nenhum psicólogo deve fazer isso. Conduta alimentar é de nutricionista. O que a psicologia cuida é da relação com a comida e com o corpo.

Homem também tem transtorno alimentar?

Tem, e costuma demorar mais para procurar ajuda justamente porque quase não se fala nisso. O atendimento aqui é para qualquer pessoa.

Pode ser online?

Pode. Em quadros mais graves, com risco clínico, o acompanhamento médico presencial é indispensável, e isso é avaliado logo na primeira conversa.

Dá para começar com uma mensagem

Conta com poucas palavras o que está acontecendo, seja por você ou por alguém da família. A gente te responde com quem atende isso e quais horários existem.