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Áreas de atendimento

Cuidados paliativos

Acompanhamento psicológico para quem vive com uma doença grave e para quem cuida. Cuidado paliativo não é parar de tratar: é cuidar do que importa enquanto se trata.

Para quem serve

Uma doença grave não acontece só com uma pessoa. Ela reorganiza a vida de todo mundo em volta, e cada um carrega uma parte diferente.

Para quem está doente

  • Lidar com o diagnóstico e com o que ele muda
  • Medo, raiva e o que não se diz para não preocupar
  • Perda de autonomia e de papéis na família
  • Decisões sobre o tratamento e sobre o próprio cuidado
  • O que ainda importa fazer e dizer

Para quem cuida

  • Exaustão de quem cuida todos os dias
  • Culpa por cansar, por se irritar, por querer descanso
  • Conflito entre irmãos sobre o que fazer
  • Conciliar o cuidado, o trabalho e a própria casa
  • Luto antecipatório, que começa antes da perda

Como é o acompanhamento

O atendimento é feito em consultório, na clínica ou online, e caminha ao lado da equipe de saúde que acompanha o caso. Ele não substitui nenhum tratamento médico.

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O que importa agora

Quando o tempo muda de peso, as prioridades mudam junto. A terapia ajuda a enxergar o que ainda faz sentido e o que dá para soltar.

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As conversas difíceis

O que a família evita falar para não machucar, e que muitas vezes todo mundo já sabe. Ter onde ensaiar isso costuma destravar.

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Quem cuida também precisa

O cuidador costuma ser o último a pedir ajuda. O acompanhamento dele não é um extra, é parte do cuidado.

Dúvidas frequentes

Cuidado paliativo é desistir do tratamento?

Não. É um cuidado voltado para conforto e qualidade de vida, e pode acontecer junto com o tratamento da doença, inclusive desde o diagnóstico. Quem define a conduta médica é a equipe de saúde. O que a psicologia faz é cuidar do que essa situação provoca em quem a vive.

Só serve para quem está no fim da vida?

Não. O acompanhamento psicológico faz sentido desde o diagnóstico de uma doença grave, e muita gente procura logo no começo, quando a vida está sendo reorganizada.

Meu familiar não quer falar sobre isso. Posso ir sozinho?

Pode, e é muito comum. Quem cuida tem direito a cuidado próprio, independentemente do que a outra pessoa decide fazer.

Vocês atendem em casa ou no hospital?

O atendimento é em consultório, na clínica, no Centro de Curitiba, ou online por vídeo. O online costuma ser a saída para quem não consegue se ausentar do cuidado.

E depois, se a perda acontecer?

O acompanhamento pode continuar. A Apsi também atende luto, e não é preciso recomeçar do zero com outra pessoa.

Dá para começar com uma mensagem

Conta com poucas palavras a situação, seja a sua ou a de quem você cuida. A gente te responde com quem atende isso e quais horários existem.