Atendimento à população LGBTQIA+
Um lugar onde você não precisa explicar nem justificar quem você é antes de falar do que te trouxe. A sua orientação e a sua identidade não são o problema a ser tratado.
O que a Apsi se compromete a fazer
Isso não é postura de simpatia da clínica: é o que o Conselho Federal de Psicologia determina, e é o mínimo que você deve exigir de qualquer psicólogo.
Você pode contar com
- Ser chamada ou chamado pelo nome e pelo pronome que você usa
- Atendimento que não trata orientação nem identidade como doença
- Sigilo sobre tudo, inclusive sobre estar em terapia
- Espaço para falar do que você quiser, e não só do que é ligado a isso
O que nunca vai acontecer aqui
- Qualquer tentativa de reverter orientação sexual, o que é proibido pela Resolução CFP 01/1999
- Patologizar identidade de gênero, vedado pela Resolução CFP 01/2018
- Tratar a sua vivência como fase, escolha errada ou consequência de trauma
- Exigir que você se explique para ser atendido
O que costuma trazer alguém aqui
Às vezes o motivo tem a ver com sexualidade ou gênero. Muitas vezes não tem nada a ver, e a pessoa só quer um lugar onde isso não vire assunto sem ela pedir.
- Processo de se assumir, para si e para os outros
- Conflito ou rompimento com a família
- Medo de perder o emprego ou de sofrer na rua
- Cansaço de estar sempre em alerta
- Vergonha internalizada e autocrítica
- Relacionamentos e vida afetiva
- Disforia de gênero e questões de transição
- Ansiedade e depressão, como qualquer pessoa
- Luto, trabalho, escolhas de carreira, e tudo mais que a vida traz
Quem atende
Você escolhe com quem falar antes de marcar, e o registro no conselho está aqui para conferir.

Mariana Clivati de Paula
CRP 08/44280
Psicóloga, especialista na abordagem ACT. Descreve o próprio propósito como criar um espaço de escuta com liberdade, igualdade, dignidade e integridade.

Tamiris Monção Weinert
CRP 08/42941
Psicóloga e mestre em Filosofia, que une o conhecimento psicológico ao filosófico no atendimento clínico.
Dúvidas frequentes
Vou ter que falar sobre sexualidade na terapia?
Só se você quiser. Muita gente procura terapia por ansiedade, trabalho ou luto, e a orientação sexual nunca vira o tema central. Quem define o assunto é você.
Preciso estar assumido para ser atendido?
Não. O consultório costuma ser justamente o primeiro lugar onde alguém consegue dizer isso em voz alta, e o sigilo profissional garante que fique ali.
Vocês emitem laudo ou parecer para processo de transição?
Isso é avaliado caso a caso e depende do que está sendo pedido e por quem. Fala com a gente pelo WhatsApp contando o que você precisa, e a gente te explica o que é possível.
Sou familiar e estou tendo dificuldade de lidar. Posso ser atendido?
Pode. É comum pais e parceiros procurarem para entender e para reconstruir a relação. O atendimento não vai trabalhar para mudar ninguém, vai trabalhar o que está difícil na convivência.
Como sei que não vou ser julgado?
Pergunte na primeira conversa, é o seu direito. E se em qualquer momento você sentir que foi tratado de forma desrespeitosa por um psicólogo, isso pode ser levado ao Conselho Regional de Psicologia.
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Dá para começar com uma mensagem
Conta com poucas palavras o que você está procurando. A gente te responde dizendo quem da equipe atende e quais horários existem.